Electrocardiograma

Por ano ocorrem cerca de 15 mil mortes por arritmia em Portugal

No mês em que se celebra o Dia Mundial do Coração, a Associação Bate, Bate Coração alerta que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em Portugal e destas, cerca de metade são por arritmias.... Ler noticia

 

Dia Mundial do Coração Inês nasceu com uma cardiopatia mas tem o "superpoder da coragem"

São sete da manhã. A mãe de Inês acorda-a para que tome a medicação: são cinco medicamentos, e, aos seis anos, Inês sabe o nome de todos... Ler noticia

 

Cardiologistas preocupados com estilo de vida infantil

Mais novos estão em risco de sofrerem mais doenças cardiovasculares Ler noticia

 

Um em cada 15 portugueses com mais de 80 anos sofre de estenose aórtica


Um em cada 15 portugueses com mais de 80 anos (cerca de 33 mil) sofre de estenose aórtica, doença que faz diminuir o fluxo de sangue que sai do coração... Ler noticia

 

Estenose aórtica: cardiologistas recomendam técnica para aumentar esperança de vida de idosos


Melhor qualidade de vida, menos complicações e maior esperança média de vida são alguns dos benefícios do implante percutâneo da válvula aórtica, uma técnica cardíaca revolucionária, mas que coloca Portugal na cauda da Europa.... Ler noticia

 

Quatro em cada dez mortes registadas em Portugal devem-se a doenças cardiovasculares


Quatro em cada dez mortes registadas em Portugal devem-se a doenças cardiovasculares, mas a maioria poderia ser evitada com um estilo de vida saudável, alerta a Fundação de Cardiologia que no sábado tentou sensibilizar a população, avança a agência Lusa Ler noticia

O que é um electrocardiograma?

O Electrocardiograma é o registo da actividade eléctrica do coração, obtido por eléctrodos colocados nos membros e no peito, ligados ao aparelho (electrocardiógrafo), que o converte em traçado, constituído por várias ondas.
A análise deste traçado, feita por comparação com o padrão considerado normal, fornece ao médico informação importantíssima sobre o estado de saúde do paciente.

Sendo uma técnica com mais de 100 anos, continua a ser a mais utilizada (a primeira a ser requisitada e nunca dispensada) no estudo do coração, o que se fica a dever aos seguintes factos:
- Ser um exame inócuo, indolor, barato, de fácil e rápida obtenção e que se pode repetir sempre que se justifique;
- Permitir, em muitos casos só por si, fazer um diagnóstico definitivo, orientar na opção terapêutica, avaliar o seu resultado e consequentemente acompanhar a evolução do doente.
São muitas as anomalias, cardíacas e não cardíacas, que o ECG pode ajudar a esclarecer e avaliar: alterações anatómicas e funcionais do coração, quer se trate de defeitos congénitos ou adquiridos, suspeita de distúrbios electrolíticos, metabólicos e endócrinos, avaliação do efeito de vários medicamentos, são apenas alguns exemplos.

Mas é em dois importantes ramos da patologia cardíaca que a informação electrocardiográfica é essencial:
- Permitir um diagnóstico definitivo;
- Possibilitar a monotorização do doente, nomeadamente no decurso de episódios agudos. Referimo-nos á cardiopatia isquémica (doença coronária), cujo diagnóstico e prognóstico o ECG (em repouso e eventualmente em esforço), é fundamental, sendo o primeiro exame a fazer sempre que se suspeita de acidente coronário agudo, o que dá informações sobre a gravidade da situação, permite acompanhar a evolução do doente e ajuda na orientação terapêutica.

A outra grande área onde o ECG em repouso e em registo dinâmico prolongado (Holter) é fundamental, é no estudo das perturbações do ritmo cardíaco (arritmias), e da condução do estímulo (bloqueios). Para o controlo da frequência cardíaca, para o diagnóstico da arritmia ou do bloqueio em causa, para a decisão da melhor terapêutica e da sua posterior avaliação, o ECG tem de estar presente.

Design criado por Criação de websites.